Após alta do hospital, assessores temem que Bolsonaro fale novas besteiras e cresça ainda mais em rejeição! Leia e compartilhe...

29/09/2018 21:23

Quanto mais Bolsonaro fala, mais cresce em rejeição. Assessores temem que agora, após alta do hospital, a coisa se agrave mais ainda

Bolsonaro | O presidenciável Jair Bolsonaro (PSC) recebeu ontem (29) alta do hospital Albert Einstein e foi direto para casa, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O receio de seus assessores agora é que o 'mito' comece a falar mais besteiras do que já vinha falando mesmo dentro do hospital e, com isso, fique ainda mais rejeitado pelo povo. Segundo Ibope e Datafolha, Bolsonaro é o número um em rejeição. Quase 50% dos eleitores o desaprovam. Saída seria colocar um esparadrapo na boca do capitão, para evitar novos vexames. (Continua, após o anúncio).

Principais 'deslizes' do candidato

Bolsonaro, além de useiro e vezeiro em pregar ódio contra pobres, negros, índios, mulheres, gays e militantes de esquerda, aqui e acolá antecipa pontos polêmicos do que pretende fazer em um eventual governo, o que afasta ainda mais muitos brasileiros de sua candidatura.

Corte de direitos 

O 'mito' já disse que vai privatizar praticamente tudo o que restar de empresas brasileiras e cortar direitos dos trabalhadores. "Os trabalhadores terão que escolher se querem direitos sem empregos ou empregos sem direitos", defende. Com outras palavras, Bolsonaro quer a volta da escravidão. (Continua, após o anúncio).

Assassinato de trabalhadores

O 'mito' também já disse que vai dar carta branca para a polícia matar em serviço. Se policiais forem chamados para, por exemplo, reprimir uma greve de professores, estes poderão ser assassinados pelos PM´s ou policiais civis que estiverem em tal plantão. Pode parecer absurdo, mas é o que está por trás do que Bolsonaro propõe.

Assessores também se entregam

Falar asneiras e entregar intenções macabras de um possível governo não é privilégio de Bolsonaro. Seu vice, o general Hamilton Mourão, e seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, também cometem muitos deslizes.

Mourão declarou recentemente que filhos criados apenas por mães e avós são desajustados e tendem a se tornar delinquentes. O general também antecipou que um governo Bolsanaro acabaria com o 13º salário e o abono de férias dos trabalhadores. Já Paulo Guedes, dentre outros 'deslizes', disse que instituirá alíquota única de 20% para o imposto de renda, o que, segundo especialistas, fará com que quem ganha menos pague mais imposto e quem ganha mais pague menos. (Continua, após o anúncio).

A candidatura Bolsonaro, portanto, é um perigo para a maioria dos brasileiros. Por isso, #EleNão. 

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